Amor faz bem para a saúde do cérebro

terça-feira, julho 14, 2009 por · 2 Comentários

amor e jovialidade do cérebroOutro dia fui a uma palestra que achei o máximo! Mais um motivo ótimo pra gente amar e procurar ser amado… e cultivar o amor e procurar nosso amor e fazer de tudo para que o amor permaneça no ar…
Todo mundo sabe ou imagina que um dos maiores temores que acometem as pessoas com o passar dos anos é o de perder a memória, ficar confuso. Já pensou que coisa chata mesmo?
Mas há ótimas notícias nesta área! Muitos estudos mostram que o envelhecimento do cérebro também pode ser atenuado e até mesmo prevenido.
Pois a conceituada neurocientista Suzana Herculano-Houzel, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro mostrou, nesta palestra a que eu assisti, de forma clara e bem-humorada, que o amor é um dos combustíveis para a saúde do cérebro.
Não é o máximo? O amor e os exercícios físicos. Quem malha junto do amado ou da amada deve estar duplamente protegido, então…

Segundo Suzana, o prazer é muito importante para a gente manter a jovialidade do nosso cérebro. Por isso o exercício físico tem de ser prazeroso. Ou seja, temos de fazer algo que a gente goste, para valer a pena. O mesmo no amor – a gente sabe que a paixão mesmo é a que nos move, nos faz bem. Quando digo paixão, quero dizer amor verdadeiro, sincero, do fundo do coração. Aquele feito pra durar para sempre, que nos deixa realmente feliz.
“A atividade física estimula o sistema cerebral de recompensa envolvido com nossos prazeres cotidianos”, afirmou a neurocientista. Segundo ela, o exercício ativa no cérebro substâncias de ação analgésica – a endorfina, a prolactina e a serotonina são as mais conhecidas – e fontes de prazer físico e mental.
Ela também lembra que os hormônios que o cérebro produz na hora do exercício nos acalmam, ajudam a relaxar e diminuem a sensação de dor e mal-estar, tanto físico como mental. Outro motivo: a ginástica ajuda na digestão protege o coração e faz o cérebro funcionar sem estresse, o que contribui para melhorar a memória, por exemplo.

Mas o que tem a ver o amor com tudo isso?
Tudo! Suzana explica que ele é essencial para que o cérebro não perca seu viço com o tempo. “Manter uma atitude positiva perante a vida de forma geral faz muito bem. O que não se pode perder de vista é nossa capacidade de amar e nosso gosto por ser amado”, afirmou.
“Sentir que, quem importa para nós, se importa conosco, é fundamental para que nosso cérebro tenha uma vida longa e saudável”, resumiu a neurocientista.
Vale lembrar que não deixamos qualquer pessoa chegar perto da gente – escolhemos quem pode entrar em nosso espaço pessoal. Mas, se a gente recebe carinho e cuidados de uma das pessoas que consideramos especiais, o resultado deste contato físico é imediato sobre o cérebro e ajuda a reduzir o estresse.

Quem falou isso foi a neurocientista. O carinho funciona como uma massagem terapêutica. Assim é com a gente desde que somos crianças. É sabido que os bebês que não recebem carinho não se desenvolvem bem. “O amor, esse elo afetivo que a gente tem por algumas pessoas de forma diferente, é muito importante. E não precisamos nem ser tocados pela pessoa se o amor é forte de verdade. A mera visão do rosto da pessoa amada é capaz de produzir uma série de ativações benéficas ao cérebro”, afirmou.
Mais do que isso: com essa visão, a gente tem uma ativação do sistema de recompensa, que é a estrutura responsável por nos dar diretamente sensações de prazer, bem-estar.
Por isso, vamos nos exercitar e amar muuuuito! O cérebro agradece. E o coração idem.

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Comentários

2 Comentários to “Amor faz bem para a saúde do cérebro”
    • Jadson Leonardo disse:

      Procuro uma paquerinha homem bem senssual, para batermos um papinho. Das pernas grossas, nao gordo(Nao é preconceito), é vontade de beijar na boca.