Poema de presente de aniversário

dezembro 14, 2010 by Maria Lígia Pagenotto · Leave a Comment
Filed under: Poemas de Amor 

Carlos DrummondQue tal receber este poema no dia do aniversário? Guarde para o seu amor!
O tempo passa? Não passa

(Carlos Drummond de Andrade)

O tempo passa? Não passa no abismo do coração.
Lá dentro, perdura a graça do amor, florindo em canção.
O tempo nos aproxima cada vez mais,
nos reduz a um só verso e uma rima de mãos e olhos, na luz.
Não há tempo consumido nem tempo a economizar.
O tempo é todo vestido de amor e tempo de amar
O meu tempo e o teu, amada, transcendem qualquer medida.
Além do amor, não há nada, amar é o sumo da vida.
São mitos de calendário tanto o ontem como o agora,
e o teu aniversário é um nascer toda hora.
E nosso amor, que brotou do tempo,
não tem idade pois só quem ama escutou o apelo da eternidade.

Relacionamentos. Há lógica na paixão e no amor?

novembro 17, 2010 by Maria Lígia Pagenotto · 3 Comments
Filed under: Relacionamento 

Reflexoes sobre relacionamentos

“E as coisas pelas quais nos apaixonamos – não há lógica nenhuma nelas. O amor é tão variado e imprevisível quanto a chuva: pode vir em rajadas constantes de verão, ou em temporais súbitos e imprevisíveis, que fazem os rios transbordarem (…) pode bater de levinho contra o nosso corpo, ou nos encharcar de tal modo que rouba nossos sentidos. Pode vir de pingo em pingo, ou descer num tremendo aguaceiro. É estranho, é manipulador.”
Susan Fletcher, escritora inglesa, autora de Olhos de Menina

Recebi esta frase de uma amiga, por email. Ela me conta que sua prima está em crise porque se apaixonou por um moço bem mais velho, com filhos já criados e netos. Justo essa prima romântica, comenta! Justo ela que sempre sonhou em casar de branco, véu, grinalda, igreja, festão. Agora encontra pela frente – ou melhor, por um site de relacionamento – um homem que poderia praticamente ser seu pai, descasado duas vezes, interessado em uma companheira que more em casa separada da sua, que não queria filhos.
Mas por que será que seus destinos acabaram se cruzando? E por que será que ela, mesmo com essas diferenças aparentemente cruciais, se apaixonou por este homem?
Porque, ouso dizer, como escreve Susan Fletcher, não devemos buscar lógica na paixão. A lógica deve estar em outro lugar, talvez. Sabemos disso, acho, mas nossa racionalidade muitas vezes vai em busca de uma explicação coerente para aquilo que sentimos, quase numa tentativa de controlar nossa inquietação, nossa angústia, nossa paixão que parece não ter pé nem cabeça.
Mas, ser formos analisar friamente, alem da paixão não parecer ter lógica mesmo – talvez por isso seja mesmo paixão – o amor, como diz Fletcher – também nos aparece de forma imprevisível diversas vezes.
Pegue alguns casais que você conhece e pergunte a eles como seus caminhos se cruzaram. Vai ouvir as histórias mais incríveis, garanto! Imprevisíveis e, por isso mesmo, maravilhosas. O amor pode vir de levinho, como diz a autora de Olhos de Menina. Ou vir em lufadas que quase te derrubam.
O amor e a paixão, acredito. São coisas diferentes, mas se aproximam em alguns pontos. Onde começa um e acaba o outro, afinal? Em algumas histórias fica fácil definir o início, o meio e o fim. Em outras, não. Está aí, acho, a magia desses sentimentos. Repetindo Susan Fletcher, “é estranho, é manipulador”. Sim, é isso mesmo. E talvez por isso mesmo mexa tanto com a gente.
Há lógica ou não na paixão da prima de minha amiga? É amor o que ela sente por aquele homem? Talvez seja, e dos mais genuínos, porque vai contra tudo o que ela idealizou. Talvez haja algo falando mais forte aí. Ela é quem terá de descobrir. O caso é dela, mas nos instiga a pensar em nossas histórias também. Haverá lógica nelas? E precisa haver?

Há lógica na paixão e no amor?

novembro 9, 2010 by Maria Lígia Pagenotto · 1 Comment
Filed under: Relacionamento 


Amor e Paixao no site de namoro be2
E as coisas pelas quais nos apaixonamos – não há lógica nenhuma nelas. O amor é tão variado e imprevisível quanto a chuva: pode vir em rajadas constantes de verão, ou em temporais súbitos e imprevisíveis, que fazem os rios transbordarem (…) pode bater de levinho contra o nosso corpo, ou nos encharcar de tal modo que rouba nossos sentidos. Pode vir de pingo em pingo, ou descer num tremendo aguaceiro. É estranho, é manipulador.”
Susan Fletcher, escritora inglesa, autora de Olhos de Menina

Recebi esta frase de uma amiga, por email. Ela me conta que sua prima está em crise porque se apaixonou por um moço bem mais velho, com filhos já criados e netos. Justo essa prima romântica, comenta! Justo ela que sempre sonhou em casar de branco, véu, grinalda, igreja, festão. Agora encontra pela frente – ou melhor, por um site de relacionamento – um homem que poderia praticamente ser seu pai, descasado duas vezes, interessado em uma companheira que more em casa separada da sua, que não queria filhos.
Mas por que será que seus destinos acabaram se cruzando? E por que será que ela, mesmo com essas diferenças aparentemente cruciais, se apaixonou por este homem?
Porque, ouso dizer, como escreve Susan Fletcher, não devemos buscar lógica na paixão. A lógica deve estar em outro lugar, talvez. Sabemos disso, acho, mas nossa racionalidade muitas vezes vai em busca de uma explicação coerente para aquilo que sentimos, quase numa tentativa de controlar nossa inquietação, nossa angústia, nossa paixão que parece não ter pé nem cabeça.
Mas, ser formos analisar friamente, alem da paixão não parecer ter lógica mesmo – talvez por isso seja mesmo paixão – o amor, como diz Fletcher – também nos aparece de forma imprevisível diversas vezes.
Pegue alguns casais que você conhece e pergunte a eles como seus caminhos se cruzaram. Vai ouvir as histórias mais incríveis, garanto! Imprevisíveis e, por isso mesmo, maravilhosas. O amor pode vir de levinho, como diz a autora de Olhos de Menina. Ou vir em lufadas que quase te derrubam.
O amor e a paixão, acredito. São coisas diferentes, mas se aproximam em alguns pontos. Onde começa um e acaba o outro, afinal? Em algumas histórias fica fácil definir o início, o meio e o fim. Em outras, não. Está aí, acho, a magia desses sentimentos. Repetindo Susan Fletcher, “é estranho, é manipulador”. Sim, é isso mesmo. E talvez por isso mesmo mexa tanto com a gente.
Há lógica ou não na paixão da prima de minha amiga? É amor o que ela sente por aquele homem? Talvez seja, e dos mais genuínos, porque vai contra tudo o que ela idealizou. Talvez haja algo falando mais forte aí. Ela é quem terá de descobrir. O caso é dela, mas nos instiga a pensar em nossas histórias também. Haverá lógica nelas? E precisa haver?

Relacionamento é jogo?

novembro 3, 2010 by Maria Lígia Pagenotto · 4 Comments
Filed under: Namoro online, Relacionamento 

Relacionamento é um jogo?Ele se faz de difícil, mas ela não desiste, ou não quer desistir… primeiro diz que quer, depois fica mudo ao telefone, não responde aos emails, dá um perdido na moça, cai na noite.
Mas Annelise não se abala muito. Ainda bem! Também sai por aí com as amigas, os amigos. Agora, sabe que seu coração  e cabeça estão com ele. E insiste porque acha que ele sente o mesmo.
Afinal, se conheceram há mais dois anos num site de relacionamento, ficaram juntos por um ano e meio e aí romperam porque ela cansou do jeito ciumento dele. Só que Annelise não conseguiu ficar distante mais do que dois meses do namorado. Deixou o orgulho de lado e foi atrás.
A princípio ele também disse que queria voltar, e rápido. Ficaram juntos mais um meses, agarrados. Até que ele ficou estranho, esfriou. Annelise não se conformou, mas também não ficou encostando o moço na parede para saber o que estava acontecendo. Resolveu deixar ele alçar seus voos, descobrir o que queria realmente.
Deu asas para a liberdade dele e a sua, de certa forma. Afinal, sabia que não merecia sofrer tanto naquele momento. Algo lhe dizia que ele voltaria.
Mas o processo parece lento e custoso. O rapaz ciumento se transformou num moço difícil. O que Annelise sente é que há ali um jogo. E ela resolveu jogar à sua maneira. “Certas pessoas acham que um relacionamento é puro jogo”, me confidenciou um dia. “Acho que é um pouco mesmo… mas não só isso. E jogo demais também enjoa, cansa”, completou.
Concordo com Annelise… ela também já estava meio cansada de receber recadinhos dele via os amigos, mensagens cifradas no celular, em redes sociais. Joguinho mesmo, e meio bobo.
Mas o fato é que gostava daquele cara e queria insistir mais um pouco. Agora, como fazer isso sem parecer a tonta da relação, não é mesmo? E por que sempre temos este pavor? Especialmente nós, mulheres… Annelise precisa de ajuda, acho eu, de trocar ideias e experiências.

Se alguém tiver algo a acrescentar a moça, que possa ajudá-la, por favor, compartilhe.

Relacionamento de alto nível

O que te dá mais prazer no relacionamento?

outubro 26, 2010 by Maria Lígia Pagenotto · Leave a Comment
Filed under: Relacionamento 

Casal de namoradosÉ ouvir seu parceiro na cozinha abrindo um vinho em plena segunda-feira, só pra brindar o fato de vocês estarem juntos aquela noite?

É saber que sua namorada ligou só pra dizer que te ama e tá com saudade?

É receber um torpedo bem simples assim: “Espero você hoje às 20h lá em casa”?

É ser surpreendida às 8 da manhã com a campainha tocando e flores pra você?

É poder dormir agarradinho até meio dia no feriado?

É descobrir que ela ou ele comprou aquele pacote de viagem dos sonhos pra vocês?

É ficar em casa debaixo das cobertas jogando conversa fora e rindo muito o domingão todo?

É saber que ela ou ele abriu mão de uma festa de um amigão ou amigona só pra cuidar de você com gripe?

É sentar num banco de praça e namorar muito?

É tomar sorvete no verão à noite e caminhar de mãos dadas depois de volta pra casa?

É bebericar uma cerveja numa mesinha ao sol e ver o quanto ele ou ela se interessa por suas histórias?

O que te dá mais alegria num relacionamento? Conte pra gente!

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