Relacionamento.Virtualidade de menos atrapalha?
Outro dia escrevi um texto em que nossa personagem principal reclamava de sua relação excessivamente virtual com o companheiro. Ele parecia evitar os encontros pessoais. Agora me pego diante de um outro tipo de questionamento.
Uma amiga, a Marcela, diz que seu atual relacionamento, “ao vivo”, é mais chato do que quando ainda estava na fase virtual, da paquera eletrônica, do site de relacionamento… Por que será, hein?
Foi no Be2 que ela conheceu Daniel, no meio do ano passado. Moço simpático – eu o vi umas duas vezes, em festas –, educado, inteligente, intelectualizado. Do jeito que Marcela idealizava. Parecia até perfeito demais, me disse uma vez, meio insegura, logo que começou a se relacionar com ele.
Pouco tempo depois das primeiras trocas de e-mails, passaram a se ver com mais frequência. Isso foi por volta de final de agosto. Agora, Daniel e Marcela saem pelo menos 4 vezes por semana. Como moram perto, isso facilita.
Ele passa na sua casa depois do trabalho. Às vezes, conforme o trânsito, vai até pegar Marcela no escritório. Depois costumam emendar um bar ou, se der tempo, vão ao cinema ou ao teatro. Nos finais de semana estão novamente juntos. Daniel já conheceu o filho de 11 anos de Marcela. Os três já saíram várias vezes juntos para comer pizza, foram passear de bicicleta ou andar no parque.
Tudo vai bem, aos olhos dos outros, ao menos. >> Ler o texto completo…
Levar namorada para Carnaval é perigoso?
Onde você festejou seu Carnaval? Me conta vai!?
Existem pessoas que pensam que o carnaval é apenas uma semana de folia e é felicidade de pouca duração…Então porque é que todo o mundo deixa tudo e sai correndo pra sambar?
Muitos brasileiros decidem viajar, ir à praia, serra, visitar família ou festejar com bons amigos, outros decidem ficar em casa vendo filmes.
Os foliões vão para a avenida cobertos de fantasia e desejos secretos… Mas essa é com certeza a maior festa paga do Brasil!
Quem vai a avenida sabe se preparar bem para farrear, levou protetor solar, mala, dinheiro e namorada… Sério? Há quem pense que levar namorada pode ser perigoso. Porque hein? Será mesmo? >> Ler o texto completo…
Carnaval.Música romântica para o meu Amor 5
Queridos leitores, amados, solteiros, namorados, casados, separados, viúvos e ficantes de meu coração, como tive saudades! O amor está no ar! Hoje é sexta feira, que alegria!!! Vamos sambar?? Quem vai pra avenida coloque o braço no ar!! Meu samba-enredo é “Amor de Carnaval”! Qual é a sua escola de samba? Depois me contem tudinho tim-tim-por tim-tim! Fiquem aí com essa música romântica carnavalesca!
Amor de Carnaval – Daniela Mercury & Gilberto Gil
Eu não quero mais chorar
Por causa de um amor qualquer
Minha dor tem que acabar
No carnaval se Deus quiser
Eu não quero mais chorar
Por causa de um amor qualquer
Minha dor tem que acabar
No carnaval se Deus quiser
Faz um ano desse amor
Esperei até cansar
Carnaval me trouxe a dor
Carnaval tem que levar
No carnaval, no carnaval
No carnaval se Deus quiser
No carnaval, no carnaval
No carnaval, no carnaval
Se Deus quiser, se Deus quiser
No carnaval, no carnaval
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Amor-cabeça
Não vou falar aqui daquele tipo de amor intelectualizado, entre pessoas muito “cabeça”, que mais falam do que qualquer outra coisa… vou falar de uma coisa que li outro dia pesquisando na internet. Vejam que interessante… A gente tende a achar que o amor, a paixão, é algo incontrolável, quem vem do coração, ou não sei de onde, algo que não pode ser estudado pela ciência.
Bem, talvez muitos se decepcionem com o que eu vou escrever, ou não liguem, ou fiquem surpresos. Outros podem não acreditar muito. De qualquer forma, li que o nosso cérebro é quem comanda nossas emoções e sentimentos. Nada de coração apaixonado, hein, agora vamos usar um cérebro pra simbolizar a célebre frase: “Eu amo você”, será? Um cérebro no lugar do coração na palavra “amo”? Seria engraçado!
Mas a verdade é que ver o nosso amado ou amada, sentir o cheiro do seu corpo, encostar em seu cabelo, beijá-lo ou escutar a “nossa” música são experiências positivas que ficam marcadas em nosso cérebro como coisas boas. Essas sensações ativam numa determinada região do cérebro (o sistema límbico) sentimentos e emoções que são muito prazerosas.
“O bem-estar da proximidade do objeto do amor ou da paixão vem pela ativação de um circuito cerebral, o dopaminérgico, chamado também de circuito do prazer ou de recompensa”, diz o psiquiatra e professor do Departamento de Farmacologia da UFMG, Marco Aurélio Romano-Silva. Segundo o especialista, é o mesmo sistema que está ligado à dependência de drogas e a satisfação que o dependente tem ao usá-las. “O sexo também ativa este circuito”, explica Romano-Silva.
Deu para entender? O psiquiatra afirma que um neurotransmissor chamado dopamina é a principal substância deste circuito. Ele é o responsável pela sensação de prazer quando liberado no cérebro, com especial abundância no sistema límbico. Claro que há muitas estruturas do nosso corpo envolvidas na manifestação das emoções, mas esta, no cérebro, justamente, é a principal.
O que chama atenção nesta pesquisa é que o cérebro sempre foi considerado um órgão que a gente usa para questões muito racionais, que exigem raciocínio lógico… E parece que não é bem assim. Eu acho essa notícia boa, porque, em minha opinião, dá um ar mais sério a esse sentimento tão nobre que é o amor.
Ou seja: quem não leva o amor tão a sério, agora pode começar a levar. Amar rende muito papo-cabeça…
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Poemas de amor – Inventando no amor
Beijo pouco, falo menos ainda.
Mas invento palavras
Que traduzem a ternura mais funda
E mais cotidiana.
Inventei, por exemplo, o verbo teadorar.
Intransitivo:
Teadoro, Teodora.
Manuel Bandeira
Todo mundo conhecia esse poema de Manuel Bandeira? Não é lindo demais? Eu não me canso de ler e reler… Em toda sua simplicidade, o poeta achou um cheio de homenagear sua amada. Tudo bem que ela tem um nome que ajuda: Teodora. Mas eu acho que ele conseguiria fazer beleza mesmo se ela tivesse um nome bem diferente… Manuel Bandeira é um grande poeta brasileiro, nascido em Recife, em 1886, e que veio a falecer em 1968.
É incrível como, mesmo estando distante no tempo, é tão moderno, presente, atual.
Para quem gosta de ler, eu recomendo pesquisar na internet ou em alguma biblioteca os poemas de Bandeira que fazem um jogo de palavras com nomes próprios, como este que eu reproduzi acima.
A poesia para Teodora se chama “Neologismo”, que é exatamente o ato de criar palavras novas, e foi escrita em 1948.
Ele criou vários outros deste tipo, citando nomes de pessoas que conhecia, tanto mulheres como homens também, com temas variados, não só amor. Fez inclusive alguns para crianças com quem convivia. Os que falam de amor são os mais lindos, em minha opinião.
Vejam estes aqui, em que ele homenageia mais mulheres. São encantadores. Quem está falando de amor deve conhecer Bandeira. É uma boa forma de se aproximar da amada, do amado… >> Ler o texto completo…
Starflower







