Relacionamentos no Brasil segundo algumas pesquisas
Dando continuidade aquele texto sobre pesquisa acerca dos relacionamentos na Inglaterra, vamos a alguns dados sobre o Brasil.
Segundo estudiosos do cenário brasileiro, aqui as coisas são um pouco diferentes da Inglaterra. Bem, tinha de ser, claro!
Aqui na internet, por exemplo, ainda predominam mais jovens que buscam relacionamentos. Brasileiro mais velho ainda tem mais preconceito neste quesito, talvez. É para se pensar. E para se derrubar o preconceito.
Algumas análises preliminares mostram que pessoas acima de 35 anos de idade no Brasil representam apenas 32% do público total da internet e 41% está entre 25 e 35 anos de idade.
Mas parece que algo está aos poucos mudando neste campo… Uma agência de encontros releva que a turma dos com mais de 50 anos representa hoje 23,5% das mulheres e 37,8% dos homens, um número que vem crescendo a cada ano.
E, aqueles que gostam de dados estatísticos, vejam isso:
Uma pesquisa mundial da empresa Global Market Insite (GMI), feita em 2006, entrevistou 17,5 mil pessoas em 18 países e… surpresa ou não, apontou o brasileiro como o internauta que mais usa os recursos online para conseguir sexo casual.
Dos entrevistados brasileiros, 29% disseram usar a internet para esse fim, sexo casual, mas 32% utilizam para conseguir um relacionamento de longo prazo. Claro que em pesquisa muita gente mente, alguns respondem sem muita responsabilidade, sem pensar direito…
Mas, com eu já disse, esses números devem servir como reflexão e não como verdade absoluta, muito menos determinar nossos investimentos nas pessoas e a forma como nos relacionamos, seja na internet ou fora dela. Valem apenas para pensar! E para nos fazer rir um pouco… Faz bem também derrubar mitos, quebrar paradigmas e rever preconceitos.
Poliamor. O que você pensa do poliamor?
Você já ouviu falar em poliamor? Como o nome mesmo sugere, é a diversidade no amor. Ou a capacidade de amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo. A literatura e o cinema já relataram vários casos de poliamor e acho que muita gente já passou pela experiência de se sentir atraída – muito atraída! – por mais de uma pessoa ao mesmo tempo.
Segundo uma psicanalista bem conceituada, Regina Navarro Lins, autora de muitos livros, o amor e o sexo estão entre as principais causas de sofrimento das pessoas, tirando a miséria e as doenças. Ela lembra que o ser humano gasta um tempo enorme de sua vida sofrendo por amor… É verdade.
Falo por mim: esse sofrimento já me pegou várias vezes. E já vi muitas pessoas ao meu redor também sofrer muito por amor.
Esta semana, próxima do Dia dos Namorados, eu que vivemos a alegria de um amor romântico – estou me referindo a quem está namorando, ficando ou perto disso – tive a oportunidade de ler duas entrevistas da psicanalista Regina falando do poliamor.
Ela acredita que o amor romântico está em declínio em nossa sociedade. Este tipo de amor, para ela, é um amor idealizado, “é um amor que você acredita que vai se completar na relação com outra pessoa, é um tipo de amor que prega a fusão entre os amantes, e que existe apenas no Ocidente”. Read more
AMOR. O que é isso, o amor?
Neste final de semana eu me peguei pensando no amor… uma amiga que disse que não sabe se o que sente por um moço com quem está saindo há alguns meses é amor. E me lançou a questão: o que é amor de verdade?
Daí para surgirem várias perguntas não foi difícil… O que é gostar pra valer? Como saber se o que eu sinto é amor? E, mais difícil ainda, como saber se o que o outro sente por nós é amor mesmo?
Afinal, o que é isso chamado amor?
Vou à wikipedia, um site que tem resposta pra quase tudo…
Leio lá:
- Palavra amor (do latim amor) presta-se a múltiplos significados na língua portuguesa. Pode significar afeição, compaixão, misericórdia, ou ainda, inclinação, atração, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido, etc. …
É bem amplo, né? E nós vivemos querendo reduzir isso a uma palavra, isso que é tão grande, o AMOR! Pensamos se dá pra amar pela internet, se dá para amar de verdade alguém que conhecemos tão pouco muitas vezes. Pensamos em como foi possível aquela nossa conhecida se casar com alguém que conheceu há poucos meses num site de relacionamentos, por exemplo…
Ou pensamos ainda como é que pode aquela nossa prima se casar com aquele homem que ela namora faz tanto tempo? Será que um relacionamento desses, repleto de idas e vindas, aparentemente desgastado, já não era hora de virar separação?
Enfim, o que não falta são indagações sobre o amor… E definições de amor… os poetas que o digam, quantas vezes eles arriscam nos dar a resposta para esta pergunta que tanto nos persegue!
E será que conseguem?
E as músicas que falam de amor, então? Os livros, os filmes, as cantadas, as juras eternas?
Muitas vezes nos pegamos pensando nisso quando estamos com alguém ou quando começamos um novo relacionamento. Ou mesmo quando vemos alguém se envolver com outra pessoa.
O certo é que amor nos preenche, nos toma, nos deixa atônitos. E para ele certamente não há resposta racional. É preciso vivê-lo. Não há receitas nem fórmulas prontas, não há definição que dê conta de tanta complexidade. O amor é vasto, como é vasto o mundo.
Quem tem a resposta?
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Amor-cabeça: paixão pelo estudo une casal
Intelectual também gosta de namorar pela internet… “descobri” isso outro dia, ao acaso, conversando com uma amiga de anos atrás, a quem não via há muito tempo. Ela, que é mestre e doutora, “achou” seu amor “perdido” na rede… Me contou, toda sem graça, que fazia tempo que não se interessava por ninguém. Alegou que não tinha tempo para freqüentar festas e bares, pois estuda muito e gasta muitas horas preparando aulas. Então, como conhecer pessoas?
É verdade, mas, cá pra nós, além disso, acho que no fundo não considerava que pudesse haver alguém à sua altura. Cheguei a pensar isso também, pois minha amiga é intelectual pra valer, professora doutora numa das melhores universidades do Brasil. Também já deu aulas na França e em Portugal. Sua especialidade é literatura brasileira. Além disso, fala cinco idiomas com fluência e já ministrou palestras por várias cidades do mundo. Enfim, tem muita experiência profissional. Mas no amor andava por baixo… Até que um dia, cansada de estar sozinha, resolveu dar um giro pela internet… e saiu à procura de alguém. Read more
Amor e as voltas que ele dá
Marcaram em um restaurante próximo do trabalho dos dois, atrás da Avenida Paulista.
Foi ele quem deu a idéia do lugar. Ela, num ato de coragem, o convidou para o encontro.
Chovia muito e fazia frio, mas ninguém desistiu do compromisso. Fazia dois anos que eles não se viam.
Ele chegou primeiro, ela veio em seguida. Meio sem graça, tímida como sempre. Ele a recebeu com carinho.
Ficaram sem saber bem o que conversar. Afinal, há muito não se falavam pessoalmente. Mas os dois estavam saudosos das conversas que costumavam ter, dos beijos e abraços que trocavam.
Conheceram-se um dia pela internet. Ambos eram casados à época e estavam insatisfeitos com seus relacionamentos. Ela já não sentia mais atração pelo marido e ele não via mais graça em estar na companhia da mulher. Então resolveram que iriam à luta. Separaram-se, não sem sofrimento.
Mas superaram e foram em busca de um novo amor.
Saíam com alguma freqüência, com a intenção de ficar com alguém, de conhecer gente nova, mas sem sucesso. Ela ia a algumas baladas com amigas, ele em festas e restaurantes. Mas nunca dava certo. Deram-se mal algumas vezes. Read more
Starflower








