<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>be2 - falando de amor &#187; Manuel Bandeira</title>
	<atom:link href="http://www.be2.com.br/blog/tag/manuel-bandeira/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.be2.com.br/blog</link>
	<description>be2 - Encontre o Amor da sua Vida!</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Feb 2012 15:39:58 +0000</lastBuildDate>
	<language>de</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1.1</generator>
		<item>
		<title>Poemas de amor &#8211; Inventando no amor</title>
		<link>http://www.be2.com.br/blog/poemas-de-amor-inventando-no-amor/</link>
		<comments>http://www.be2.com.br/blog/poemas-de-amor-inventando-no-amor/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 14:37:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Lígia Pagenotto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas de Amor]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[beijo]]></category>
		<category><![CDATA[Manuel Bandeira]]></category>
		<category><![CDATA[par perfeito]]></category>
		<category><![CDATA[parperfeito]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.be2.com.br/blog/?p=2656</guid>
		<description><![CDATA[Beijo pouco, falo menos ainda. Mas invento palavras Que traduzem a ternura mais funda E mais cotidiana. Inventei, por exemplo, o verbo teadorar. Intransitivo: Teadoro, Teodora. Manuel Bandeira Todo mundo conhecia esse poema de Manuel Bandeira? Não é lindo demais? Eu não me canso de ler e reler&#8230; Em toda sua simplicidade, o poeta achou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.be2.com.br%2Fblog%2Fpoemas-de-amor-inventando-no-amor%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:40px"></iframe></div>
<p><em>Beijo pouco, falo menos ainda.<br />
Mas invento palavras<br />
Que traduzem a ternura mais funda<br />
E mais cotidiana.<br />
Inventei, por exemplo, o verbo teadorar.<br />
Intransitivo:<br />
Teadoro, Teodora.</em><br />
<strong><em>Manuel Bandeira</em></strong></p>
<p>Todo mundo conhecia esse poema de <strong>Manuel Bandeira</strong>? Não é lindo demais? Eu não me canso de ler e reler&#8230; Em toda sua simplicidade, o poeta achou um cheio de homenagear sua amada. Tudo bem que ela tem um nome que ajuda: Teodora. Mas eu acho que ele conseguiria fazer beleza mesmo se ela tivesse um nome bem diferente&#8230; Manuel Bandeira é um grande poeta brasileiro, nascido em Recife, em 1886, e que veio a falecer em 1968.<br />
É incrível como, mesmo estando distante no tempo, é tão moderno, presente, atual.<br />
Para quem gosta de ler, eu recomendo pesquisar na internet ou em alguma biblioteca <strong>os poemas de Bandeira que fazem um jogo de palavras com nomes próprios, como este que eu reproduzi acima. </strong><br />
A poesia para Teodora se chama “Neologismo”, que é exatamente o ato de criar palavras novas, e foi escrita em 1948.<br />
Ele criou vários outros deste tipo, citando nomes de pessoas que conhecia, tanto mulheres como homens também, com temas variados, não só amor. Fez inclusive alguns para crianças com quem convivia. Os que falam de amor são os mais lindos, em minha opinião.</p>
<p>Vejam estes aqui, em que ele homenageia mais mulheres. São encantadores. <strong>Quem está falando de amor deve conhecer Bandeira. É uma boa forma de se aproximar da amada, do amado&#8230;<span id="more-2656"></span></strong><strong>Elisa</strong></p>
<p><em>Dizem os lábios<br />
O que está dentro<br />
Do coração?</em></p>
<p><em>&#8211; Na face lisa<br />
Dir-te-ão meus lábios<br />
A mesma coisa<br />
Que trago dentro<br />
Do coração,<br />
Elisa.</em></p>
<p><strong>Vera Marta</strong></p>
<p><em>Ver-te e amar-te, Vera Marta,<br />
Obra foi de um só momento,<br />
Nada mais ponho na carta:<br />
Não é preciso, nem tento.</em></p>
<p><strong>Marisa</strong></p>
<p><em>Muitas vezes a beira-mar<br />
Sopra um fresco alento de brisa<br />
Que vem do largo a suspirar&#8230;<br />
Assim é o teu nome, Marisa,<br />
Que principia igual ao mar<br />
E acaba mais suave que a brisa.</em></p>
<p><strong>Mônica Maria</strong></p>
<p><em>Seu avô me disse:<br />
&#8211; “Mônica Maria<br />
É loura e graciosa!,<br />
Foi como se a visse&#8230;<br />
Pois de fato a via,<br />
Mais lírio que rosa,<br />
Melhor – madressilva,<br />
Flor de minha infância<br />
&#8211; Tamanha distância!<br />
Como na Bahia<br />
Mônica Maria<br />
Pereira da Silva Overbeck.</em></p>
<p><a href="http://www.be2.com.br/?partnerid=BRBlog04" target="_blank"><strong>Teste de Personalidade</strong> <strong>Grátis</strong> &#8211; veja que tipo de pessoa combina melhor com você, aqui&#8230;</a></p>
<p><a target="_blank" href="http://amor.be2.com.br/" target="_blank"><strong>Leia mais textos do blogue&#8230;</strong></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.be2.com.br/blog/poemas-de-amor-inventando-no-amor/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

