Amor em tempos de Copa do Mundo
Bola rolando no gramado, você querendo namorar e ele ali, grudadíssimo na TV… Está certo que em clima de Copa de Mundo a coisa muda um pouco… todo mundo vira torcedor, ou quase todo mundo… aliás, esta pode ser uma ótima oportunidade para aproximar vocês. Que tal perguntar algo do tipo: “o jogo de hoje vai ser na minha casa ou na sua?”
Mulheres que não gostam de futebol podem dizer que este assunto é pra homem… que gostam mesmo é de romantismo, de amor, de namorar… mas repararam no tanto de email que circula por aí com o ranking dos jogadores mais gatos desta Copa?
Está difícil escolher, hein… E o tanto de faixa, seja do Brasil ou de outros países, exibidas nas arquibancadas por torcedoras animadas, com mensagens ousadas de amor para os moços do gramado? Fiquem atentas, é divertido… rola amor também, não só bola…
Uma amiga comentou outro dia que o namorado ficou irritado, porque foi ver o jogo em sua casa e lá estavam também suas filhas (da minha amiga), mais a mãe da namorada e uma tia. Só mulher. Em vez de falar do jogo, falavam da roupa do técnico, do modelo das camisetas, do vestuário do goleiro, do cabelo de um, da barba de outro, da chuteira, e por aí vai… Resultado: no outro jogo, mesmo sem brigar com minha amiga, ele disse que queria ficar em casa sozinho.
Podemos até aceitar isso, mas a gente sabe que pode aproveitar esta época a nosso favor… Primeiro, vamos caprichar nos petiscos e nas bebidinhas. O que ele gosta? Descubra, se ainda não sabe, e esmere-se em oferecer coisas que ele curte. Depois, evitar os comentários que não soam bem, como aqueles feitos pela minha amiga e sua família – ainda que divertidos e pertinentes para nós!
Deixe para perguntar depois as regras da lei do impedimento, por exemplo.., consulte na internet, melhor dizendo. Também procure lá todas as outras dúvidas que você têm, sobre qual o próximo adversário do Brasil e o horário do jogo. Hoje podemos contar com este recurso, vamos aproveitar!
Mas há muitas mulheres que adoram futebol e entendem dos lances! Se você for ver o jogo em turma, não dispute espaço com essas sabichonas, fica chato, sai discussão… e se tiver mais homens no pedaço, aí então é que os comentários de quem não entende devem ficar guardados na garganta… deixe para falar depois com suas amigas, não faltarão oportunidade para rir destes assuntos!
Ah, algumas regrinhas básicas para não atrapalhar o parceiro durante o jogo:
1- Não bata papo durante a partida.
2- Não passe na frente da TV.
3- Desligue o celular!!
4- Deixe as perguntas para o intervalo.
De resto, não deixe que a Copa do Mundo afaste vocês! Aproveite os jogos para ficarem juntos, mas, se ele insistir em ver as partidas entre amigos, num bar ou mesmo sozinho, entenda! Futebol é coisa sagrada pra alguns homens e você entender isso já vai ter meio caminho andado com seu amor…!
E depois, aproveite as vitórias do seu time para comemorar a dois! Ah, as dicas valem também para outros campeonatos. Um amigo, corintiano fanático, diz que sofre muito menos com a derrota do Brasil do que com a do Corinthias…
Calor e amor na metrópole

Faz calor em São Paulo esses dias! É horário de verão, o sol brilha até mais tarde. Bom é sair do trabalho e olhar o céu azul turquesa, por volta das 20 horas. Cenário inusitado para uma cidade que nem sempre nos anima a olhar para cima, cinzenta, chuvosa…
Mas nos dias ensolarados essa disposição cresce. Dá para ver estrelas, dá para sair com os amigos e saborear, numa calçada, uma cerveja bem gelada, um vinho rosê ou um suco gostoso.
E o que falar do amor em tempos de verão? Parece que as pessoas ficam mais propícias a namorar quando o tempo esquenta… Ou não? Será que é verdade que o calor deixa as pessoas mais animadas, de bem com a vida e isso acaba estimulando mais o amor?
Passo num bar próximo a uma universidade. O cenário é de muita cor nas roupas, pessoas conversando na calçada, copos nas mesas, muita risada.
O bom do verão, diz uma moça, é que as pessoas têm menos preguiça de esticar depois do trabalho ou da aula. Read more
Amor-cabeça: paixão pelo estudo une casal
Intelectual também gosta de namorar pela internet… “descobri” isso outro dia, ao acaso, conversando com uma amiga de anos atrás, a quem não via há muito tempo. Ela, que é mestre e doutora, “achou” seu amor “perdido” na rede… Me contou, toda sem graça, que fazia tempo que não se interessava por ninguém. Alegou que não tinha tempo para freqüentar festas e bares, pois estuda muito e gasta muitas horas preparando aulas. Então, como conhecer pessoas?
É verdade, mas, cá pra nós, além disso, acho que no fundo não considerava que pudesse haver alguém à sua altura. Cheguei a pensar isso também, pois minha amiga é intelectual pra valer, professora doutora numa das melhores universidades do Brasil. Também já deu aulas na França e em Portugal. Sua especialidade é literatura brasileira. Além disso, fala cinco idiomas com fluência e já ministrou palestras por várias cidades do mundo. Enfim, tem muita experiência profissional. Mas no amor andava por baixo… Até que um dia, cansada de estar sozinha, resolveu dar um giro pela internet… e saiu à procura de alguém. Read more
Orkut, Facebook, My Space: o que tanto procuramos por lá?
Filed under: Dicas e ideias, Relacionamento
Que o Orkut, MySpace e outras comunidades virtuais caíram no gosto dos internautas do mundo todo ninguém duvida. Mas os números sobre esses sites realmente são de chamar a atenção.
Uma pesquisa recente realizada em nível mundial pela Nielsen, empresa especializada em informações de mercado e consumo, mostra que se gasta muito tempo nestes sites de relacionamento. A faixa etária em que o crescimento foi mais expressivo é a de pessoas entre 35 e 49 anos.
A Nielsen informa que mais de dois terços da população on-line mundial – o equivalente a 67% – estão em redes de relacionamento e blogs. Esta modalidade, aliás, tem crescido muito. Basta ver ao nosso redor quantas pessoas têm seu blog pessoal! Segundo a empresa, os blogs se constituem hoje a quarta categoria on-line mais popular, ganhando até do e-mail pessoal. Acho que todo mundo anda com um pouco de preguiça de se comunicar desta forma, pois dá trabalho e o excesso de e-mails que recebemos diariamente tem banalizado o serviço. Read more
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