Poeminhas e frases divertidas sobre o amor, por Xico Sá
Hoje me lembrei de um jornalista e escritor brasileiro cheio de bom-humor para falar sobre este sentimento que nos bate fundo vez e outra, o amor… O nome dele é Xico Sá. Para quem não o conhece, Xico nasceu no Cariri, Ceará, estudou no Recife, passou boa parte de sua vida lá e hoje mora em São Paulo, mas está sempre indo para o Nordeste também.
Xico, que tem 48 anos, acha essa coisa de D.R. (discussão de relação) muito chata… aliás, dizem que nenhum homem gosta de discutir a relação. Quem gosta disso é mulher… o que vocês acham disso, queridos leitores?
Bem, esta é uma outra questão… mais séria e agora quero pegar mais leve. Acredito que muitas brigas nos relacionamentos amorosos poderiam ser resolvidas se houvesse mais bom-humor entre os casais.
Vejam esses poeminhas e umas frases do Xico que eu selecionei. Ah, em um blog, o escritor fala sobre as famosas frases escritas nos pára-choques dos caminhões…
Quem anda por essas estradas do Brasil sabe do que eu estou falando.
Então, vejam no final o que diz Xico sobre isso, é divertido.
Espero que gostem e aproveitem para rir com seu amor!
“Movido a
No teu umbigo
bebo o suco
afrodisíaco,
combustível
que move e segura
o jogo de cintura.”
“O amor é um beijo, dois beijos, três beijos, quatro beijos, cinco beijos… cinco beijos, quatro beijos, três beijos, dois beijos, um beijo… e FIM e pronto. Ninguém morre de amor nos trópicos.”
“A vida é breve, a D.R. é longa.”
Frases de pára-choques colhidas por Xico. Olhem o que ele diz:
“Para matar a saudade das moças, alguns clássicos do pára-choque amoroso: “20 Buscar 100 demora 60 aqui e vamos embora.”
“Muitos pneus cheios, mas um coração vazio”.
“Beijo de mulher casada tem gosto de pólvora”.
“Deus abençoe as mulheres bonitas, e as feias se sobrar tempo”.
“Feliz foi Adão, que não tinha sogra nem caminhão”.
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Poemas de amor – Inventando no amor
Beijo pouco, falo menos ainda.
Mas invento palavras
Que traduzem a ternura mais funda
E mais cotidiana.
Inventei, por exemplo, o verbo teadorar.
Intransitivo:
Teadoro, Teodora.
Manuel Bandeira
Todo mundo conhecia esse poema de Manuel Bandeira? Não é lindo demais? Eu não me canso de ler e reler… Em toda sua simplicidade, o poeta achou um cheio de homenagear sua amada. Tudo bem que ela tem um nome que ajuda: Teodora. Mas eu acho que ele conseguiria fazer beleza mesmo se ela tivesse um nome bem diferente… Manuel Bandeira é um grande poeta brasileiro, nascido em Recife, em 1886, e que veio a falecer em 1968.
É incrível como, mesmo estando distante no tempo, é tão moderno, presente, atual.
Para quem gosta de ler, eu recomendo pesquisar na internet ou em alguma biblioteca os poemas de Bandeira que fazem um jogo de palavras com nomes próprios, como este que eu reproduzi acima.
A poesia para Teodora se chama “Neologismo”, que é exatamente o ato de criar palavras novas, e foi escrita em 1948.
Ele criou vários outros deste tipo, citando nomes de pessoas que conhecia, tanto mulheres como homens também, com temas variados, não só amor. Fez inclusive alguns para crianças com quem convivia. Os que falam de amor são os mais lindos, em minha opinião.
Vejam estes aqui, em que ele homenageia mais mulheres. São encantadores. Quem está falando de amor deve conhecer Bandeira. É uma boa forma de se aproximar da amada, do amado… Read more
Frases e poemas de amor
No be2, o amor não tem fronteiras! Mesmo do outro lado do Atlântico, esses poetas de língua portuguesa espalharam bons versos românticos…
“Quem ama nunca sabe o que ama,
Nem sabe porque ama,
Nem o que é amar.
Amar é a eterna inocência
E a única inocência é não pensar.”
Fernando Pessoa
“Que pode uma criatura senão,
entre outras criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?”
Carlos Drummond de Andrade
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