Relacionamento.Virtualidade de menos atrapalha?
Outro dia escrevi um texto em que nossa personagem principal reclamava de sua relação excessivamente virtual com o companheiro. Ele parecia evitar os encontros pessoais. Agora me pego diante de um outro tipo de questionamento.
Uma amiga, a Marcela, diz que seu atual relacionamento, “ao vivo”, é mais chato do que quando ainda estava na fase virtual, da paquera eletrônica, do site de relacionamento… Por que será, hein?
Foi no Be2 que ela conheceu Daniel, no meio do ano passado. Moço simpático – eu o vi umas duas vezes, em festas –, educado, inteligente, intelectualizado. Do jeito que Marcela idealizava. Parecia até perfeito demais, me disse uma vez, meio insegura, logo que começou a se relacionar com ele.
Pouco tempo depois das primeiras trocas de e-mails, passaram a se ver com mais frequência. Isso foi por volta de final de agosto. Agora, Daniel e Marcela saem pelo menos 4 vezes por semana. Como moram perto, isso facilita.
Ele passa na sua casa depois do trabalho. Às vezes, conforme o trânsito, vai até pegar Marcela no escritório. Depois costumam emendar um bar ou, se der tempo, vão ao cinema ou ao teatro. Nos finais de semana estão novamente juntos. Daniel já conheceu o filho de 11 anos de Marcela. Os três já saíram várias vezes juntos para comer pizza, foram passear de bicicleta ou andar no parque.
Tudo vai bem, aos olhos dos outros, ao menos. Read more
Romance. Virtualidade demais atrapalha?
Dulce conheceu Rodrigo numa balada paulistana. Claro de pele e de cabelo, olhos verdes, alto, do jeito que ela idealizava. Ele também gostou dela: magrinha, pele clara, cabelos escuros, 8 anos mais velha do que ele. As mulheres mais vividas costumavam chamar a atenção de Rodrigo.
Depois de muitos beijos, trocaram telefones e emails. Ela não levou o caso muito a sério, mas ele logo mandou mensagem. Ela respondeu, surpresa. E assim foi que o caso deles, que começou ao vivo, numa festa, de repente, se tornou um romance virtual.
Isso porque Rodrigo mora longe de São Paulo, no interior do Estado. Vem pouco à capital e, para se relacionar com os amigos, escreve torpedos, entra no MSN, manda e-mails.
“É mais prático”, justifica. No início, Dulce achou que era mesmo, e embarcou na onda. Aprendeu com o companheiro a utilizar melhor essas ferramentas.
Até que um dia, logo depois do ano novo, encontrou dificuldade para teclar com Rodrigo. Passaram o reveillon separados, afinal eram só ficantes. Mas mantinham uma relação casual, quando ele vinha à São Paulo. Era bom, Rodrigo sempre se mostrava carinhoso e presente, ainda que na maioria das vezes por MSN.
A questão é que neste dia, depois do ano novo, depois de insistir diversas vezes por celular, Dulce, sem conseguir contato com o ficante, resolveu ligar para ele. Read more
Be2 site de relacionamento – E 2010 vem aí…
Quando chega o fim do ano, todo mundo faz um balanço do que passou. O que fez, o que não fez, o que disse, o que ficou guardado, calado.
Também é comum a gente parar para pensar no ano que virá. O que será de nós em 2010? Que planos teremos pela frente, não é? Estaremos juntos, vocês devem pensar?
Vamos ficar nesse relacionamento para valer, vamos adiante?
São coisas para se pensar, talvez. Ou apenas para deixar rolar…
E você, já pensou nas suas resoluções para 2010 ao lado do seu companheiro ou companheira? O que espera vocês?
Eu andei pensando em algumas coisas e fiz uma lista, veja o que você acha:
- beijar mais
- namorar mais
- abraçar mais
- reclamar menos de coisinhas bobas, como o atraso dele num compromisso
- dar flores de presente para ele (eles gostam também, sabia?)
- caprichar nas surpresas
- enfeitar a casa com muitas flores
- colocar o perfume preferido dele
- olhar mais nos olhos dele
- dar mais atenção para suas angústias e tristezas
- vibrar mais com suas vitórias
- rir muito junto
- planejar pequenas viagens a dois
- planejar grandes viagens a dois
- escolher um lugar bem gostoso para um jantar romântico
- colocar a bebida dele na geladeira antes dele chegar em casa
- fugir um dia dos compromissos e dar um pulo na praia juntinhos
- ser mais gentil com a família dele
- ser mais gentil com os amigos dele, especialmente os mais chatos
- não cobrar tanto aquelas coisas que ele não consegue mesmo cumprir
- brigar menos por bobagens
- não se chatear se ele se esqueceu de alguma data importante
- não se chatear se ele não reparou no seu corte de cabelo novo
- ter paciência para as piadas dele que você já conhece
- e, por último, mas não menos importante: fazer muuuito amor!
E que venha 2010, cheio de alegrias para todos nós!
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Lenda Natalina do be2
Essa história é pra quem ainda teima em acreditar em Papai Noel…
Pois então, ela estava chateada naquele dezembro abafado. São Paulo lotada de gente comprando nos shoppings, nas ruas, nos supermercados. Que coisa previsível! E cansativa! Que tédio…
Dezembro é um mês bom pra ficar deprimida, pensou… “Não gosto de comprar por obrigação, não gosto deste calor que faz na cidade, não gosto desse falso clima de solidariedade…”
Saiu a pé com a ideia fixa em relaxar na noite de terça-feira. Foi andando, andando, andando, até que, sem perceber, pensando na vida, foi cair na Avenida Paulista. Aquela confusão natalina, as crianças se apinhando em frente a um banco para ver a decoração, ouvir as músicas, cantarolar com o Papai Noel.
Essa não, ela pensou! Tinha graça isso? Queria fugir do Natal e deu de cara com ele. Resolveu dar meia volta rapidinho. Foi caminhando apressada, até que tropeçou num músico que tentava ganhar algum dinheiro tocando flauta para quem passava por ali.
Pediu desculpas, ajeitou as partituras do moço que caíram no chão e tentou continuar andando entre a multidão. O que ela não contava, no entanto, era que, ao se abaixar para pegar o que caíra, desse uma nova trombada… Desta vez com um homem que estava passando por ali, também em busca de ver o Papai Noel.
Ele reclamou do encontrão, mas seguiu adiante. Ela olhou nos seus olhos, não entendeu o que ele disse, mas pareceu reconhecer ali, naquela voz e naquele gesto, alguém do passado. Quem seria? Read more
Eu preciso dizer que “te amo” de outra forma
Quando é o momento certo em seu relacionamento de dizer as palavrinhas “eu te amo”? Essa música romântica de Cazuza e Bebel nos inspira!
“Eu já não sei se estou misturando”, será que existe o momento certo, para as mulheres e para os homens? Por que é que as mulheres dizem mais vezes “eu te amo” do que os homens? A gente está acostumada a ver filmes românticos onde as palavrinhas surgem bem no final do filme para nos aliviar depois de uma história de encontros e desencontros. E parece que o momento escolhido para se declarar sempre bate certo, não é mesmo?
Algumas mulheres, quando se apaixonam e logo após os primeiros encontros, na felicidade imensa, na alegria da paixão, ou na ternura depois de uma noite quente, dizem de cara, “eu te amo”, assim como se fosse à verdade mais verdadeira do mundo.
Parece que os homens são mais econômicos com estas palavras. Segundo me disseram, os homens jogam a defesa, para manter a sua “masculinidade” e não dar parte fraca. Sim, porque o pior que pode acontecer para um homem é ele se declarar, e a mulher se cansar de tanto elogio e devoção incondicional logo no inicio de um relacionamento, não é mesmo?
As mulheres, já estão habituadas a falar o que pensam, sem medo das conseqüências. Read more
Starflower






