Relacionamentos e amar dá trabalho?

setembro 7, 2010 by Maria Lígia Pagenotto · Leave a Comment
Filed under: Relacionamento 

Ah, como dá trabalho gostar de alguém… escrever emails apaixonados sempre, não esquecer nenhuma data importante, discutir a relação, ligar com frequência, convidar para sair, não recusar nenhum convite, ouvir o que ele ou ela tem pra dizer sempre, não deixar passar batido nenhuma insatisfação, cuidar com carinho dele ou dela, cuidar de si também, para poder cuidar do outro (a).

Quanta coisa! Sem falar no trabalho que dá também ter de sair com os amigos dele (a), gostando ou não, a família dele (a), interessar-se pelas coisas do trabalho dele (a). Lembrar dos presentes, não faltar nunca a compromissos…

É verdade, amar não é fácil, não. Mas, será que quando se ama de verdade a gente chama tudo isso de “trabalho”? Quem me perguntou foi uma amiga recém-conquistada, que vivia dizendo que era melhor estar sozinha, porque dava menos trabalho.

Agora que ela está cheia de tarefas pra fazer com seu amor, me respondeu que não vê nisso trabalhão nenhum. Talvez porque esteja perdidamente apaixonada. Pode ser, mas está feliz, isso é o que vale, né?

Até pescar essa amiga outro dia foi, justo ela, que detesta tomar sol para não estragar a pele e que sempre odiou aventuras ecológicas… Sem falar no mergulho que teve de dar no mar e expor a escova e a tintura recém-feitas ao sal, areia, água do mar. Já pensou? E ainda neste passeio foram incluídos dois filhos adolescentes do novo amor, garotos cheios de vontade.

E como ela apareceu na segunda-feira para trabalhar? Com o cabelo desgrenhado, a pele ressecada do sol, as unhas por fazer (nunca a vi sem esmalte!), mas com um sorriso e uma leveza, de orelha a orelha, que também havia tempos não via nela!

Amar dá trabalho? O que você pensa sobre isso? Será que o namorado viciado em pescaria da minha amiga logo logo irá se transformar num sapo que ela quer ver preso a um anzol?

Ingleses com mais de 55 anos são fã de relacionamentos via internet!

site de relacionamento, namoro be2Vejam o que diz uma pesquisa concluída no ano passado… Agora que o Dia dos Namorados já passou, podemos ir mais fundo em algumas questões comportamentais. Que elas nos sirvam de reflexão, mas jamais de guia. Cada um é um!
Mas, diz este estudo, os homens dizem as famosas três palavras “eu te amo” em média após sete meses de namoro. Acha muito ou pouco tempo?
As mulheres precisam de no mínimo oito meses para isso. Isso é o que diz o estudo… você concorda?
E veja isso: pessoas de mais de 55 anos de idade são o grupo que mais saem em encontros amorosos através de ferramentas online.
Tudo isso, claro, na Inglaterra, onde a revista Stella, do jornal Telegraph, promoveu uma pesquisa com quase 2 mil homens e mulheres para saber o que o inglês quer de seus relacionamentos. Muitos resultados derrubam alguns mitos com os quais já nos acostumamos.
Segundo o psicólogo Oliver James, responsável pela análise do estudo, os homens tendem a se apaixonar mais do que as mocinhas e são mais propensos a se deixar levar por alguém. Verdade??

E tudo isso porque as moças amadurecem antes e desenvolvem uma atitude mais realista e mais conectada a sentimentos reais.”
Sério demais isso, gente!! Read more

Amor e bem-estar

junho 29, 2009 by Maria Lígia Pagenotto · Leave a Comment
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amor e relacionamento sérioMais uma idéia sobre amor e sustentabilidade: bom para nós, bom para o planeta

Li outro dia numa revista que os relacionamentos, de forma geral, podem se transformar numa poderosa ferramenta para a felicidade e o bem-estar. Quer dizer então que além de nos deixar mais bonitos, animados, com a pele boa, o amor pode ainda proporcionar bem-viver, gerando alegria pra gente mesmo e para o mundo ao nosso redor também?
Bem, foi o que eu entendi quando li um artigo da escritora e palestrante Márcia de Luca, expert nesses assuntos da alma e do corpo.
Na verdade, fiquei inspirada a pensar sobre este tema quando li aqui no Falando de Amor o texto do Fábio Torres. Tocamos em assuntos parecidos, de forma diversa.
Sobre a Márcia, ela nos ensina a separar o casamento social, o oficial, das “leis” do amor. Escreve a moça: “Estamos em um momento de muito estresse, de infinitas dificuldades em nossos relacionamentos. Vemos parceiros se magoando, descompassos, desacertos. Vamos mudar esse paradigma e encarar o casamento com os olhos do amor – a partir daí utilizá-lo para uma vida feliz e saudável.”
Achei lindo, confesso. Márcia, que sabe de muita coisa sobre esses assuntos, é também professora de ioga em São Paulo. Read more