Dia de arrumação de armario de solteiro
Hoje tirei o dia para organizar meus armários. Quando falo de armários me refiro ao guarda roupa, cómoda, estante de livros, armário da sala de estar e os da cozinha também.
Sabe estes dias que você pensa: tenho tanta coisa que não me interessa mais, vou arrumar um pouco as coisas velhas e deixar espaços para as novas. Afinal de contas o ano esta acabando e com isso tenho que deixar espaço para as novidades que o proximo ano vai me trazer.
Bem vou começar pelo quarto, o guarda-roupa:
O que é isso? O que esta camisa esta fazendo aqui? Quanto tempo faz que não vejo a dona dela? Nem quero mais ver, depois de tudo que ela me causou. Joga fora.
Ah! este shortinho eu deixo, pertenceu a um grande amor, foi bom o quanto durou. Foi para fora do pais e perdemos o contato.
Bem este casaco eu não preciso mais, é da época em que vivemos juntos, isso é coisa do passado. Joga fora.
Sera que ela ainda se lembra de mim? Ela usava muito esta blusinha. Que saudades. Vou deixá-la mais um pouco aqui. Ainda sinto seu cheiro.
Bem acho que neste armário acabei.
Vou a sala:
Todos estes vasos e objetos de decoração, tanta coisa que lembra o passado.
Esta caneca eu não preciso mais, ela bebia sempre o seu cafe da manhã nela. Quando foi embora foi a unica coisa que deixou. Fora a decepção. Joga fora.
Este cachorrinho de pelucia quem me deu foi ela logo no dia em que me conheceu.
Gostava muito dela, mas não a amava suficiente. Vou deixar aqui mais um pouco.
Olha só todos estas figuras extranhas neste canto do armario, que coisa horrosa, ela tinha um gosto terrivel. A unica coisa que ela tinha bom gosto foi em estar comigo, mas não por muito tempo, me trocou por um horroroso. Vou levar estas figuras horrosas para a casa dela e deixo-as na entrada da porta.
Acho que vou fazer uma paradinha e tomar um cafezinho.
Ingleses com mais de 55 anos são fã de relacionamentos via internet!
Filed under: Ciência e descobertas do amor, Namoro online, Relacionamento
Vejam o que diz uma pesquisa concluída no ano passado… Agora que o Dia dos Namorados já passou, podemos ir mais fundo em algumas questões comportamentais. Que elas nos sirvam de reflexão, mas jamais de guia. Cada um é um!
Mas, diz este estudo, os homens dizem as famosas três palavras “eu te amo” em média após sete meses de namoro. Acha muito ou pouco tempo?
As mulheres precisam de no mínimo oito meses para isso. Isso é o que diz o estudo… você concorda?
E veja isso: pessoas de mais de 55 anos de idade são o grupo que mais saem em encontros amorosos através de ferramentas online.
Tudo isso, claro, na Inglaterra, onde a revista Stella, do jornal Telegraph, promoveu uma pesquisa com quase 2 mil homens e mulheres para saber o que o inglês quer de seus relacionamentos. Muitos resultados derrubam alguns mitos com os quais já nos acostumamos.
Segundo o psicólogo Oliver James, responsável pela análise do estudo, os homens tendem a se apaixonar mais do que as mocinhas e são mais propensos a se deixar levar por alguém. Verdade??
E tudo isso porque as moças amadurecem antes e desenvolvem uma atitude mais realista e mais conectada a sentimentos reais.”
Sério demais isso, gente!! Read more
Amor e bem-estar
Mais uma idéia sobre amor e sustentabilidade: bom para nós, bom para o planeta
Li outro dia numa revista que os relacionamentos, de forma geral, podem se transformar numa poderosa ferramenta para a felicidade e o bem-estar. Quer dizer então que além de nos deixar mais bonitos, animados, com a pele boa, o amor pode ainda proporcionar bem-viver, gerando alegria pra gente mesmo e para o mundo ao nosso redor também?
Bem, foi o que eu entendi quando li um artigo da escritora e palestrante Márcia de Luca, expert nesses assuntos da alma e do corpo.
Na verdade, fiquei inspirada a pensar sobre este tema quando li aqui no Falando de Amor o texto do Fábio Torres. Tocamos em assuntos parecidos, de forma diversa.
Sobre a Márcia, ela nos ensina a separar o casamento social, o oficial, das “leis” do amor. Escreve a moça: “Estamos em um momento de muito estresse, de infinitas dificuldades em nossos relacionamentos. Vemos parceiros se magoando, descompassos, desacertos. Vamos mudar esse paradigma e encarar o casamento com os olhos do amor – a partir daí utilizá-lo para uma vida feliz e saudável.”
Achei lindo, confesso. Márcia, que sabe de muita coisa sobre esses assuntos, é também professora de ioga em São Paulo. Read more
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