Relacionamento. Falta homem na praça?
Em São Paulo, uma das maiores cidades do mundo, dizem as estatísticas que há 90,7 homens para cada 100 mulheres. No Rio, a desvantagem para o sexo feminino é ainda maior: 87,4 homens para cada 100 mulheres. Em 2050, anunciam os pesquisadores, esta diferença vai ficar ainda mais crítica: 7 milhões a mais para elas.
Quem é mulher vira e mexe se queixa que falta homem na praça! E quem é homem com certeza já ouviu esse comentário também. E a queixa vem tanto de mulheres jovens como mais velhas. Você pensa assim também?
Leio um comentário sobre isso numa crônica de jornal. Diz o autor do texto, o jornalista Fábio Santos, que as mulheres ainda comentam que, além de faltar homem, muitos são imprestáveis. Sem falar nos gays.
O autor prossegue com a reflexão: “Será que muito da dificuldade de encontrar alguém não reside justamente nas expectativas?” Eu mesma já postei texto sobre isso aqui e esse tema me veio à cabeça ontem, quando entrei numa loja e vi um monte de ofertas para o Dia dos Namorados!
A data está chegando e, para quem está com seu par, é uma delícia. Mas e quem está fora deste jogo? Várias amigas minhas já me disseram que este é o pior dia do ano quando se está solteira, quando acabamos de levar um fora… É muito ruim mesmo e quase todo mundo passa por isso alguma vez na vida!
Também não adianta nada a gente buscar consolo nas estatísticas e justificar dizendo que falta mesmo homem na praça… Se falta homem, tem muita amiga nossa que parece ter mel, parece que não falta parceiro para ela! Que raiva…. Mas e a qualidade desses relacionamentos, como será? Bem, este é outro assunto complicado!
O autor da crônica que eu li diz que é muito importante mudar a cabeça quando nos pegamos deprimidos (ou melhor, deprimidas!) por estar sem ninguém. Concordo com ele: ter um relacionamento não é solução para nada, é apenas parte da vida. Não podemos transferir ao outro a responsabilidade pela nossa felicidade. E também o autor nos ensina que as aparências enganam. Nem sempre aquele casal que parece tão feliz está de fato tão feliz assim. Relacionar-se exige muito da gente, não é uma coisa simples. Mas claro que quando dá certo é muito bom!!
Então não vamos começar a ficar agoniadas pela chegada do Dia dos Namorados se estivermos sozinhas. Nem vamos aceitar qualquer peixe que cair na nossa rede só pra não passar a data desacompanhada. Vamos é cultivar nosso amor próprio. Acho que o resto vem a reboque. Quando estamos menos ansiosas e aflitas para conquistar um parceiro, temos mais chance de encontrar alguém interessante.
Até chegar o Dia dos Namorados ainda tem um tempinho, e tudo pode mudar… até lá, novas reflexões sobre a data!
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Relacionamento do be2: Ótima viagem, Dani!
“O amor é quando a gente mora um no outro”, diz o poeta Mário Quintana, numa frase inspiradíssima. Quer outra dele? “Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado; a ansiedade é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja”. E se for encontrar ou se conectar com aquele amor, hein, haja coração, como o tempo demora a passar!
Ficamos tal qual crianças, aguardando a hora do encontro – ou da conexão, do telefonema… e, se formos pegos de surpresa, que delícia… todo mundo já experimentou esse tipo de alegria um dia, acho eu, mas olha o que aconteceu com minha amiga Dani.
Médica renomada, Dani é brasileira, mas mora na França faz tempo. De lá, começou a se corresponder com um moço do Brasil, pois como tem família aqui e muitos amigos, está sempre em contato com o país. Então foi assim, procurando alguém pra ocupar o lugar deixado no coração pelo ex, que Dani chegou ao be2 e chegou em Fernando, que mora no Rio e trabalha no mercado financeiro.
Mas claro que não foi um encontro rápido, assim mágico… não foi, não. Dani percorreu muitos sites e percorreu várias baladas, festas, encontros… Conheceu outras pessoas na vida real e virtualmente, até achar que Fernando tinha muito, mas muito a ver com ela… E essa certeza foi ficando cada vez mais clara na medida em que trocavam emails, telefonemas, mensagens e outras formas de se relacionar à distância. Read more
Romance. Virtualidade demais atrapalha?
Dulce conheceu Rodrigo numa balada paulistana. Claro de pele e de cabelo, olhos verdes, alto, do jeito que ela idealizava. Ele também gostou dela: magrinha, pele clara, cabelos escuros, 8 anos mais velha do que ele. As mulheres mais vividas costumavam chamar a atenção de Rodrigo.
Depois de muitos beijos, trocaram telefones e emails. Ela não levou o caso muito a sério, mas ele logo mandou mensagem. Ela respondeu, surpresa. E assim foi que o caso deles, que começou ao vivo, numa festa, de repente, se tornou um romance virtual.
Isso porque Rodrigo mora longe de São Paulo, no interior do Estado. Vem pouco à capital e, para se relacionar com os amigos, escreve torpedos, entra no MSN, manda e-mails.
“É mais prático”, justifica. No início, Dulce achou que era mesmo, e embarcou na onda. Aprendeu com o companheiro a utilizar melhor essas ferramentas.
Até que um dia, logo depois do ano novo, encontrou dificuldade para teclar com Rodrigo. Passaram o reveillon separados, afinal eram só ficantes. Mas mantinham uma relação casual, quando ele vinha à São Paulo. Era bom, Rodrigo sempre se mostrava carinhoso e presente, ainda que na maioria das vezes por MSN.
A questão é que neste dia, depois do ano novo, depois de insistir diversas vezes por celular, Dulce, sem conseguir contato com o ficante, resolveu ligar para ele. Read more
Calor e amor na metrópole
Faz calor em São Paulo esses dias! É horário de verão, o sol brilha até mais tarde. Bom é sair do trabalho e olhar o céu azul turquesa, por volta das 20 horas. Cenário inusitado para uma cidade que nem sempre nos anima a olhar para cima, cinzenta, chuvosa…
Mas nos dias ensolarados essa disposição cresce. Dá para ver estrelas, dá para sair com os amigos e saborear, numa calçada, uma cerveja bem gelada, um vinho rosê ou um suco gostoso.
E o que falar do amor em tempos de verão? Parece que as pessoas ficam mais propícias a namorar quando o tempo esquenta… Ou não? Será que é verdade que o calor deixa as pessoas mais animadas, de bem com a vida e isso acaba estimulando mais o amor?
Passo num bar próximo a uma universidade. O cenário é de muita cor nas roupas, pessoas conversando na calçada, copos nas mesas, muita risada.
O bom do verão, diz uma moça, é que as pessoas têm menos preguiça de esticar depois do trabalho ou da aula. Read more
Starflower








