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	<title>be2 - falando de amor &#187; São Paulo</title>
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	<description>be2 - Encontre o Amor da sua Vida!</description>
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		<title>Amor é aconchego que cura</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Dec 2010 07:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Lígia Pagenotto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[aconchego]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
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		<description><![CDATA[Num pronto-socorro de São Paulo em que estive outro dia para aliviar uma crise de enxaqueca, me deparei com duas cenas lindas de amor. Idades contrastantes, gerações tão diferentes, histórias completamente independentes, mas um carinho tão igual por seu companheiro e companheira, de ambas as partes, que igualmente me comoveu. Uma garota de no máximo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.be2.com.br%2Fblog%2Famor-e-aconchego-que-cura%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:40px"></iframe></div>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-5365" title="Amor para todas as idades" src="http://www.be2.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/MaosJuntas.JPG" alt="Amor para todas as idades" width="195" height="223" />Num pronto-socorro de São Paulo em que estive outro dia para aliviar uma crise de enxaqueca, me deparei com duas cenas lindas de amor.<br />
Idades contrastantes, gerações tão diferentes, histórias completamente independentes, mas um carinho tão igual por seu companheiro e companheira, de ambas as partes, que igualmente me comoveu.<br />
Uma garota de no máximo 18 anos passava mal do estômago e chegou para se atendida com seu namorado da mesma idade. Impressionou-me o carinho com que ele segurava sua mão, a amparava, a esquentava com seus braços, a cobria com seu casaco enquanto ela dormia na sala de espera, tentando driblar o mal-estar.<br />
Do seu lado, um casal de pelo menos uns 80 anos, também de mãos dadas, ela fazendo carinho nos poucos fios de cabelo do marido, abatido por causa de uma crise de pneumonia. Fiquei observando o olhar dos casais enamorados, os gestos delicados, as formas de acariciar, embalar, aconchegar, proteger.<br />
E me enchi de uma súbita esperança em relação à humanidade. O amor pode ser mostrado em todas as horas, mas é quando vemos seres humanos fragilizados que ele se torna mais importante e imprescindível. Na saúde e na doença, sempre. Quem ama acompanha, aconchega, ampara. Dois exemplos a serem seguidos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.be2.com.br/?partnerid=BRBlogBR180x150cpc0380301_WFg"><img class="size-full wp-image-5401 aligncenter" src="http://www.be2.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/BR180x150cpc0380301_WFg.gif" alt="" width="180" height="150" /></a></p>
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		<title>Relacionamento. Falta homem na praça?</title>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2010 07:50:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Lígia Pagenotto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[dia dos namorados]]></category>
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		<description><![CDATA[Em São Paulo, uma das maiores cidades do mundo, dizem as estatísticas que há 90,7 homens para cada 100 mulheres. No Rio, a desvantagem para o sexo feminino é ainda maior: 87,4 homens para cada 100 mulheres. Em 2050, anunciam os pesquisadores, esta diferença vai ficar ainda mais crítica: 7 milhões a mais para elas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.be2.com.br%2Fblog%2Frelacionamento-falta-homem-na-praca%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:40px"></iframe></div>
<p><strong><a href="http://www.be2.com.br/blog/relacionamento-falta-homem-na-praca/"><img class="alignleft size-full wp-image-3398" title="Relacionamneto online no be2" src="http://www.be2.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/3418012456_dc24be5611_200x239.jpg" alt="Relacionamneto online no be2" width="199" height="239" /></a>Em <a href="http://www.be2.com.br/be2/regional/encontro-sao-paulo.html" target="_blank"><strong>São Paulo</strong></a>, uma das maiores cidades do mundo, <strong>dizem as estatísticas que há 90,7 homens para cada 100 mulheres.</strong> <strong>No Ri</strong>o, a desvantagem para o sexo feminino é ainda maior: <strong>87,4 homens para cada 100 <a href="http://www.be2.com.br/be2/glossary/mulheres.html" target="_blank">mulheres</a></strong>.</strong> Em 2050, anunciam os pesquisadores, esta diferença vai ficar ainda mais crítica: 7 milhões a mais para elas.</p>
<p>Quem é mulher vira e mexe se queixa que falta homem na praça! E quem é homem com certeza já ouviu esse comentário também. E a queixa vem tanto de mulheres jovens como mais velhas. Você pensa assim também?</p>
<p>Leio um comentário sobre isso numa crônica de jornal. Diz o autor do texto, o jornalista Fábio Santos, que as mulheres ainda comentam que, além de faltar homem, muitos são imprestáveis. Sem falar nos gays.</p>
<p>O autor prossegue com a reflexão: “Será que muito da dificuldade de encontrar alguém não reside justamente nas expectativas?” Eu mesma já postei texto sobre isso aqui e esse tema me veio à cabeça ontem, quando entrei numa loja e vi um monte de ofertas para o Dia dos Namorados!</p>
<p>A data está chegando e, para quem está com seu par, é uma delícia. Mas e quem está fora deste jogo? Várias amigas minhas já me disseram que este é o pior dia do ano quando se está solteira, quando acabamos de levar um fora&#8230; É muito ruim mesmo e quase todo mundo passa por isso alguma vez na vida!</p>
<p>Também não adianta nada a gente buscar consolo nas estatísticas e justificar dizendo que falta mesmo homem na praça&#8230; Se falta homem, tem muita amiga nossa que parece ter mel, parece que não falta parceiro para ela! Que raiva&#8230;. Mas e a qualidade desses relacionamentos, como será? Bem, este é outro assunto complicado!</p>
<p>O autor da crônica que eu li diz que é muito importante mudar a cabeça quando nos pegamos deprimidos (ou melhor, deprimidas!) por estar sem ninguém. Concordo com ele: ter um relacionamento não é solução para nada, é apenas parte da vida. Não podemos transferir ao outro a responsabilidade pela nossa felicidade. E também o autor nos ensina que as aparências enganam. Nem sempre aquele casal que parece tão feliz está de fato tão feliz assim. Relacionar-se exige muito da gente, não é uma coisa simples. Mas claro que quando dá certo é muito bom!!</p>
<p>Então não vamos começar a ficar agoniadas pela chegada do Dia dos Namorados se estivermos sozinhas. Nem vamos aceitar qualquer peixe que cair na nossa rede só pra não passar a data desacompanhada. Vamos é cultivar nosso amor próprio. Acho que o resto vem a reboque. Quando estamos menos ansiosas e aflitas para conquistar um parceiro, temos mais chance de encontrar alguém interessante.</p>
<p><strong>Até chegar o Dia dos Namorados ainda tem um tempinho, e tudo pode mudar&#8230; até lá, novas  reflexões sobre a data!</strong></p>
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		<title>Relacionamento do be2: Ótima viagem, Dani!</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 08:05:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Lígia Pagenotto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
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		<description><![CDATA[“O amor é quando a gente mora um no outro”, diz o poeta Mário Quintana, numa frase inspiradíssima. Quer outra dele? “Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado; a ansiedade é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja”. E se for encontrar ou se conectar com aquele amor, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.be2.com.br%2Fblog%2Frelacionamento-do-be2-otima-viagem-dani%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:40px"></iframe></div>
<p><strong>“O amor é quando a gente mora um no outro”</strong>, diz o poeta Mário Quintana, numa frase inspiradíssima. Quer outra dele? “Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado; a ansiedade é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja”. E se for encontrar ou se conectar com aquele amor, hein, haja coração, como o tempo demora a passar!<br />
Ficamos tal qual crianças, aguardando a hora do encontro – ou da conexão, do telefonema&#8230; e, se formos pegos de surpresa, que delícia&#8230; todo mundo já experimentou esse tipo de alegria um dia, acho eu, mas olha o que aconteceu com minha amiga Dani.<br />
Médica renomada, Dani é brasileira, mas mora na França faz tempo. De lá, começou a se corresponder com um moço do Brasil, pois como tem família aqui e muitos amigos, está sempre em contato com o país. <strong>Então foi assim, procurando alguém pra ocupar o lugar deixado no coração pelo ex, que Dani chegou ao be2 e chegou em Fernando, que mora no Rio e trabalha no mercado financeiro.</strong><br />
Mas claro que não foi um encontro rápido, assim mágico&#8230; não foi, não. Dani percorreu muitos sites e percorreu várias baladas, festas, encontros&#8230; Conheceu outras pessoas na vida real e virtualmente, até achar que Fernando tinha muito, mas muito a ver com ela&#8230; E essa certeza foi ficando cada vez mais clara na medida em que trocavam emails, telefonemas, mensagens e outras formas de se relacionar à distância. <span id="more-3034"></span><strong>No final do ano passado, Dani veio a São Paulo ver a família e finalmente conheceu Fernando pessoalmente, que veio do Rio para ficar com ela. </strong>Foi um processo lento, ela ficou no Brasil por mais de um mês e eles tiveram um tempinho pra se conhecer melhor.<br />
Em janeiro, ela voltou à França, e ele ficou no Rio. Continuaram a se relacionar da forma que era possível. Agora, em abril, Dani veio novamente a São Paulo. E, depois de alguns encontros, foram passar uns dias em Morro do São Paulo, na Bahia.<br />
Da feliz temporada de 4 dias chuvosos na Bahia, Fernando seguiu para o Rio, mas certo de que veria em breve a já namorada&#8230; O mais fantástico de tudo isso é que daqui a dois dias Dani embarca para a Índia, onde irá participar de um congresso médico. E não é que Fernando, sabendo disso, armou tudo direitinho, conseguiu programar 15 dias de férias, e avisou a namorada, dois dias antes, que iria com ela pra Índia?<br />
Parece conto de fadas&#8230; mais um, pra gente nunca perder a fé no amor. Dani me ligou hoje contando a novidade, e fiz questão de repassar pra vocês essa linda história de amor.</p>
<p>Parece que Dani e Fernando, como diz o poeta, moram um no outro agora&#8230; que permaneçam enquanto for bom assim para os dois!</p>
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		<title>Romance. Virtualidade demais atrapalha?</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 09:01:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Lígia Pagenotto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Dulce conheceu Rodrigo numa balada paulistana. Claro de pele e de cabelo, olhos verdes, alto, do jeito que ela idealizava. Ele também gostou dela: magrinha, pele clara, cabelos escuros, 8 anos mais velha do que ele. As mulheres mais vividas costumavam chamar a atenção de Rodrigo. Depois de muitos beijos, trocaram telefones e emails. Ela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.be2.com.br%2Fblog%2Fromance-virtualidade-demais-atrapalha%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:40px"></iframe></div>
<p><strong><a href="http://www.be2.com.br/blog/romance-virtualidade-demais-atrapalha/"><img class="alignleft size-full wp-image-2651" title="Amor e namoro virtual" src="http://www.be2.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/3418012456_dc24be5611_200x2391.jpg" alt="Amor e namoro virtual" width="199" height="239" /></a>Dulce conheceu Rodrigo numa balada paulistana.</strong> Claro de pele e de cabelo, olhos verdes, alto, do jeito que ela idealizava. Ele também gostou dela: magrinha, pele clara, cabelos escuros, 8 anos mais velha do que ele. As mulheres mais vividas costumavam chamar a atenção de Rodrigo.<br />
Depois de muitos beijos, trocaram telefones e emails. Ela não levou o caso muito a sério, mas ele logo mandou mensagem. Ela respondeu, surpresa. E assim foi que o caso deles, que começou ao vivo, numa festa, de repente, se tornou um romance virtual.<br />
Isso porque Rodrigo mora longe de São Paulo, no interior do Estado. Vem pouco à capital e, para se relacionar com os amigos, escreve torpedos, entra no MSN, manda e-mails.<br />
“É mais prático”, justifica. No início, Dulce achou que era mesmo, e embarcou na onda. Aprendeu com o companheiro a utilizar melhor essas ferramentas.<br />
Até que um dia, logo depois do ano novo, encontrou dificuldade para teclar com Rodrigo. Passaram o reveillon separados, afinal eram só ficantes. Mas mantinham uma relação casual, quando ele vinha à São Paulo. Era bom, Rodrigo sempre se mostrava carinhoso e presente, ainda que na maioria das vezes por MSN.<br />
<strong>A questão é que neste dia, depois do ano novo, depois de insistir diversas vezes por celular, Dulce, sem conseguir contato com o ficante, resolveu ligar para ele.</strong> <span id="more-2633"></span>Pegou-o na mesa de um bar, rindo com os amigos. Até aí tudo bem, isso fazia parte da história deles. Eram livres.<br />
Só que Rodrigo, sempre tão atencioso com ela, naquele dia se comportou diferente. Disse que não podia falar e desligou. Ela insistiu, teclando. Ele se incomodou, mas respondeu. Não queria mesmo era atender ao telefone.<br />
Seguiu teclando com Dulce, mas ela se irritou com aquilo. Queria falar com Rodrigo ao vivo, por que ele não a atendia? Por que não se comprometia a ligar pra ela depois, em casa?<br />
Pela primeira vez naqueles meses juntos, ela se chateou com o estilo de Rodrigo. E deu uma leve cobradinha, mandando, então, uma mensagem irritada ao moço: <strong>“Chega dessa conversa virtual. Prefiro você ao vivo. Me liga ou apareça em casa”.</strong><br />
E o que aconteceu? Ele desapareceu depois disso&#8230;<br />
Dulce ficou bem incomodada com esse comportamento&#8230; Desde o ano novo, não conseguiu falar mais com Rodrigo, nunca mais ele respondeu aos seus chamados no MSN ou aos torpedos. Ela ficou se perguntando se o problema foi o tom de braveza com que escreveu para ele ou se Rodrigo está enrolado com outra mulher&#8230; até por isso não quis atendê-la naquele dia no bar. Será?<br />
Ele mudou muito de repente, de uma hora pra outra, na cabeça de Dulce. Achou estranho, mas resolveu que não iria mais mexer com essa história. Fazer o quê? Ela gosta de Rodrigo, mas não está apaixonada. Mas também sentia que havia envolvimento da parte dele. Por que então ele não a procura mais?<br />
Muito se pode dizer a respeito disso, claro&#8230;<br />
<strong>Mas, de qualquer forma, fica uma reflexão: até onde podemos ir virtualmente num relacionamento?</strong> A tecnologia é uma ferramenta e tanto, mas como saber dosar seu uso, não é mesmo?<br />
Será que usada em exagero não desgasta um casal, ao invés de uni-lo?<br />
<strong>Quem tiver alguma resposta, que se habilite a responder a estas questões!</strong></p>
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		<title>Calor e amor na metrópole</title>
		<link>http://www.be2.com.br/blog/calor-e-amor-na-metropole/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 12:08:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Lígia Pagenotto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
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		<description><![CDATA[Faz calor em São Paulo esses dias! É horário de verão, o sol brilha até mais tarde. Bom é sair do trabalho e olhar o céu azul turquesa, por volta das 20 horas. Cenário inusitado para uma cidade que nem sempre nos anima a olhar para cima, cinzenta, chuvosa&#8230; Mas nos dias ensolarados essa disposição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="fblike_button" style="margin: 10px 0;"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.be2.com.br%2Fblog%2Fcalor-e-amor-na-metropole%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=false&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:40px"></iframe></div>
<p><span style="color: #ba080e;" onclick="document.getElementById('blockLayer').className='ui-widget-overlay';setBlockLayerStyle(); showdeadcenterdiv(258,347,'popupLayerFrame','com.br');" onmouseover="this.style.cursor='pointer'"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-1921" title="Solteiros e amor em São Paulo" src="http://www.be2.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/pareja-beso-mudanza.png" alt="Solteiros e amor em São Paulo" width="250" height="374" /></strong></p>
<p></span><strong>Faz calor em São Paulo esses dias!</strong> É horário de verão, o sol brilha até mais tarde. Bom é sair do trabalho e olhar o céu azul turquesa, por volta das 20 horas. Cenário inusitado para uma cidade que nem sempre nos anima a olhar para cima, cinzenta, chuvosa&#8230;</p>
<p>Mas nos dias ensolarados essa disposição cresce. Dá para ver estrelas, dá para sair com os amigos e saborear, numa calçada, uma cerveja bem gelada, um vinho rosê ou um suco gostoso.</p>
<p><strong>E o que falar do amor em tempos de verão?</strong> Parece que as pessoas ficam mais propícias a namorar quando o tempo esquenta&#8230; Ou não? Será que é verdade que o calor deixa as pessoas mais animadas, de bem com a vida e isso acaba estimulando mais o amor?</p>
<p>Passo num bar próximo a uma universidade. O cenário é de muita cor nas roupas, pessoas conversando na calçada, copos nas mesas, muita risada.</p>
<p><strong>O bom do verão, diz uma moça, é que as pessoas têm menos preguiça de esticar depois do trabalho ou da aula. </strong><span id="more-1915"></span><strong>Outra pessoa conta que no verão se sente mais estimulada a namorar.</strong> E acha que a estação inspira sensualidade.</p>
<p>Também concorda que o sol traz mais energia e ânimo para todos. E assim fica mais divertido paquerar, por exemplo.</p>
<p>Eu me surpreendo com a resposta de alguns moços. <strong>Acham que o calor é ótimo porque as moças andam mais de pernas de fora e com roupas decotas. </strong>Machistas, né? Mas, fundamentalmente, os paulistanos curtem os dias de verão porque tem feito muita chuva e frio por aqui. Se bem que eu acho o tempo gelado muito propício ao namoro também&#8230; Bem, acho que basta estar disposto para uma história de amor emplacar, não importa a estação do ano, não é mesmo?</p>
<p>Mas é fato que o verão inspira mesmo mais sensualidade, paixão&#8230; Dá para ir à praia e ficar lá o dia todo, até o sol se por.. Dá para ir às montanhas e ficar na piscina até anoitecer, estourar um champanhe e se divertir. Outra pedida é ir a um parque e ficar conversando à sombra de uma árvore, até a vontade de ir embora chegar.</p>
<p>E quer coisa mais gostosa do que deixar todas as janelas abertas da sala, sentar no sofá com seu amor e saborear a dois uma taça de sorvete? Isso pode ser feito em qualquer lugar.</p>
<p>O verão está aí, vamos aproveitar, vamos inventar&#8230; <strong>Use a desculpa da estação para incrementar um relacionamento meio parado ou para começar um. </strong></p>
<p><strong>Também vale convidar o seu ou a sua pretendente no Be2 e propor um desses programas sugeridos – em São Paulo ou em qualquer outro lugar. Que tal?</strong></p>
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