Casamento pode reduzir os riscos de depressão e distúrbios da ansiedade
Acasale-se! Pode ser bom pra sua cabeça…
Dizem que casar faz bem para a saúde mental! Cientistas da Univesidade de Otago, na Nova Zelândia, chegaram à conclusão de que o casamento pode reduzir os riscos de depressão e distúrbios da ansiedade. Acho que aqui se pode incluir a síndrome do pânico, o estresse e outras coisas do gênero que tanto nos fazem mal…
Está aqui um bom motivo pra gente se acasalar! Não precisa necessariamente casar, acho, de papel passado, igreja, festa. Nenhum documento irá trazer a felicidade, certo? Nenhuma grande festa irá dar segurança suficiente para que a gente fique bem da cabeça…
O que garante mesmo a saúde mental a que os cientistas se referem é o companheirismo e acho que esta pesquisa quis mostrar exatamente isso. Quem tem um (a) companheiro (a) está bem nesta vida!
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Os mesmos cientistas mostraram ainda que o fim do casamento pode representar um grande problema para a saúde mental das pessoas. Quer dizer, se um dos dois queria continuar casado, bem entendido… Caso contrário, se ambos desejavam a separação, ou se esta era mesmo a única solução civilizada para os dois, nada melhor para a saúde mental dos envolvidos do que a separação. Concorda? Read more
Separação. Vida nova, mas, e agora?
Ela foi casada por 10 anos! Entre altos e baixos, foi feliz, mas sofreu muito no final. Não teve filhos, mas chegaram a pensar seriamente nesse assunto. Só que não rolou. Um dia ele disse que iria embora, que não gostava mais dela. Ela se assustou. Mas no fundo, no fundo, ficou aliviada. Já sabia que seu casamento estava no fim. Sentia na qualidade do afeto, nos beijos, cada vez mais raros, nas noites de amor inexistentes nos últimos meses.
Ficar junto para quê? Dividir contas? Isso é casamento? Aceitou de bom grado a separação. Que venha, pensou! Ele saiu de casa. No começo, foi duro se acostumar… aquele apartamento que compraram juntos, mobiliaram, fizeram tantos planos ali, agora era só dela. Fez um acordo com ele e ali ficou.
Foi se acostumando, pegando gosto pela casa. Ficou do seu jeito. Sentia-se feliz ali e havia enterrado o passado. Quer dizer, era o que achava…
Tudo caminhou bem até o dia em que, numa balada – ela estava saindo com frequência – encontrou um moço que achou mais simpático do que a média. Trocaram olhares, carícias, beijos e telefones.
Começaram a se falar também por email e MSN. Ele é de outra cidade, mas vinha muito a São Paulo a trabalho. Sempre que estava na capital, tentavam se ver, sem muito sucesso, pois seu trabalho a consome muito também.
Um dia deu certo. Foram jantar, se conhecer melhor, conversar. Na hora de ir embora, ele a acompanhou até o carro e resolveu que iria para a casa dela. Não houve resistência, ao contrário. Desde que se separara, há um ano e meio, não havia ficado com ninguém pra valer. Por que seria?
Era uma mulher bonita, interessante, independente e disposta a reencontrar o amor. Mas nada parecia dar certo. No íntimo, não sabia bem por quê. Muitas vezes chegou a pensar se o fantasma do ex-marido não a rondava. Mas não admitia essa possibilidade, não queria nem pensar nisso.
Afinal, era uma mulher batalhadora, dona do próprio nariz. O que acontecia é que não havia encontrado um homem interessante até então, achava. Mas naquela noite, tudo seria diferente, pois estava disposta a se envolver com aquele moço. Ele era o seu tipo: nada de especial fisicamente, mas intelectualmente se afinavam. Read more
Starflower









