Do namoro online para o telefone: Quando chegou a hora de passar do namoro online e trocar telefones?
Na verdade não existe o momento certo para trocar de telefones. E também não existe o momento errado para trocar de telefones. Existe sim o momento certo para você e para a pessoa que você está paquerando online. Mas, durante o enquete realizado aos usuários do site de relacionamento, as respostas foram bem claras e poderão ajudar você a reconhecer quando chegar a sua hora de passar do namoro online para a troca de telefones:
Você não vai querer esperar muito tempo até perguntar o telefone: Quase ¼ dos solteiros ingleses inscritos no site de namoro online be2 concordam em trocar os telefones depois de trocar 1 ou 2 mensagens. Mais de 50% trocam telefones após 2 ou 3 mesnagens.
Os homens trocam mais rápido os telephones: 67.5% dos homens solteiros trocam seus telefones após 2 ou 3 mensagens. Mulheres solteiras responderam que elas sempre esperam um pouco mais.
Solteiros mais jovens trocam telefones com facilidade e mais cedo: Cerca de 60% dos solteiros com 35 anos ou menos trocariam os telefones após o envio de 2 ou 3 mensagens com o paquera online, por outro lado, solteiros com idade entre os 36 anos e os 55 anos são mais cuidadosos (somente 51.5% trocaria de telefones cedo).
Dica de namoro online: Não pergunte seu paquera pelo telefone cedo demais! O enquete também sugere que os usuários que estão há mais tempo com o be2 são os usuários mais impacientes para trocar de numeros, e por isso outros solteiros sentem que estão insistindo demais ou que não tiveram o tempo necessario até tomar essa decisão.
Qual a hora certa para trocar de telefones? Após de 4 mensagens! Mais de 40% dos solteiros inquiridos disseram que eles teriam de trocar pelo menos até 4 mensagens com seu paquera, no site de namoro online, antes de trocarem de telefones. Mutas histórias de amor confirmam que este é o tempo ideal para esperar – até a hora certa de trocar telefones.
Relacionamentos. Há lógica na paixão e no amor?

“E as coisas pelas quais nos apaixonamos – não há lógica nenhuma nelas. O amor é tão variado e imprevisível quanto a chuva: pode vir em rajadas constantes de verão, ou em temporais súbitos e imprevisíveis, que fazem os rios transbordarem (…) pode bater de levinho contra o nosso corpo, ou nos encharcar de tal modo que rouba nossos sentidos. Pode vir de pingo em pingo, ou descer num tremendo aguaceiro. É estranho, é manipulador.”
Susan Fletcher, escritora inglesa, autora de Olhos de Menina
Recebi esta frase de uma amiga, por email. Ela me conta que sua prima está em crise porque se apaixonou por um moço bem mais velho, com filhos já criados e netos. Justo essa prima romântica, comenta! Justo ela que sempre sonhou em casar de branco, véu, grinalda, igreja, festão. Agora encontra pela frente – ou melhor, por um site de relacionamento – um homem que poderia praticamente ser seu pai, descasado duas vezes, interessado em uma companheira que more em casa separada da sua, que não queria filhos.
Mas por que será que seus destinos acabaram se cruzando? E por que será que ela, mesmo com essas diferenças aparentemente cruciais, se apaixonou por este homem?
Porque, ouso dizer, como escreve Susan Fletcher, não devemos buscar lógica na paixão. A lógica deve estar em outro lugar, talvez. Sabemos disso, acho, mas nossa racionalidade muitas vezes vai em busca de uma explicação coerente para aquilo que sentimos, quase numa tentativa de controlar nossa inquietação, nossa angústia, nossa paixão que parece não ter pé nem cabeça.
Mas, ser formos analisar friamente, alem da paixão não parecer ter lógica mesmo – talvez por isso seja mesmo paixão – o amor, como diz Fletcher – também nos aparece de forma imprevisível diversas vezes.
Pegue alguns casais que você conhece e pergunte a eles como seus caminhos se cruzaram. Vai ouvir as histórias mais incríveis, garanto! Imprevisíveis e, por isso mesmo, maravilhosas. O amor pode vir de levinho, como diz a autora de Olhos de Menina. Ou vir em lufadas que quase te derrubam.
O amor e a paixão, acredito. São coisas diferentes, mas se aproximam em alguns pontos. Onde começa um e acaba o outro, afinal? Em algumas histórias fica fácil definir o início, o meio e o fim. Em outras, não. Está aí, acho, a magia desses sentimentos. Repetindo Susan Fletcher, “é estranho, é manipulador”. Sim, é isso mesmo. E talvez por isso mesmo mexa tanto com a gente.
Há lógica ou não na paixão da prima de minha amiga? É amor o que ela sente por aquele homem? Talvez seja, e dos mais genuínos, porque vai contra tudo o que ela idealizou. Talvez haja algo falando mais forte aí. Ela é quem terá de descobrir. O caso é dela, mas nos instiga a pensar em nossas histórias também. Haverá lógica nelas? E precisa haver?
Há lógica na paixão e no amor?
“E as coisas pelas quais nos apaixonamos – não há lógica nenhuma nelas. O amor é tão variado e imprevisível quanto a chuva: pode vir em rajadas constantes de verão, ou em temporais súbitos e imprevisíveis, que fazem os rios transbordarem (…) pode bater de levinho contra o nosso corpo, ou nos encharcar de tal modo que rouba nossos sentidos. Pode vir de pingo em pingo, ou descer num tremendo aguaceiro. É estranho, é manipulador.”
Susan Fletcher, escritora inglesa, autora de Olhos de Menina
Recebi esta frase de uma amiga, por email. Ela me conta que sua prima está em crise porque se apaixonou por um moço bem mais velho, com filhos já criados e netos. Justo essa prima romântica, comenta! Justo ela que sempre sonhou em casar de branco, véu, grinalda, igreja, festão. Agora encontra pela frente – ou melhor, por um site de relacionamento – um homem que poderia praticamente ser seu pai, descasado duas vezes, interessado em uma companheira que more em casa separada da sua, que não queria filhos.
Mas por que será que seus destinos acabaram se cruzando? E por que será que ela, mesmo com essas diferenças aparentemente cruciais, se apaixonou por este homem?
Porque, ouso dizer, como escreve Susan Fletcher, não devemos buscar lógica na paixão. A lógica deve estar em outro lugar, talvez. Sabemos disso, acho, mas nossa racionalidade muitas vezes vai em busca de uma explicação coerente para aquilo que sentimos, quase numa tentativa de controlar nossa inquietação, nossa angústia, nossa paixão que parece não ter pé nem cabeça.
Mas, ser formos analisar friamente, alem da paixão não parecer ter lógica mesmo – talvez por isso seja mesmo paixão – o amor, como diz Fletcher – também nos aparece de forma imprevisível diversas vezes.
Pegue alguns casais que você conhece e pergunte a eles como seus caminhos se cruzaram. Vai ouvir as histórias mais incríveis, garanto! Imprevisíveis e, por isso mesmo, maravilhosas. O amor pode vir de levinho, como diz a autora de Olhos de Menina. Ou vir em lufadas que quase te derrubam.
O amor e a paixão, acredito. São coisas diferentes, mas se aproximam em alguns pontos. Onde começa um e acaba o outro, afinal? Em algumas histórias fica fácil definir o início, o meio e o fim. Em outras, não. Está aí, acho, a magia desses sentimentos. Repetindo Susan Fletcher, “é estranho, é manipulador”. Sim, é isso mesmo. E talvez por isso mesmo mexa tanto com a gente.
Há lógica ou não na paixão da prima de minha amiga? É amor o que ela sente por aquele homem? Talvez seja, e dos mais genuínos, porque vai contra tudo o que ela idealizou. Talvez haja algo falando mais forte aí. Ela é quem terá de descobrir. O caso é dela, mas nos instiga a pensar em nossas histórias também. Haverá lógica nelas? E precisa haver?
Relacionamento é jogo?
Ele se faz de difícil, mas ela não desiste, ou não quer desistir… primeiro diz que quer, depois fica mudo ao telefone, não responde aos emails, dá um perdido na moça, cai na noite.
Mas Annelise não se abala muito. Ainda bem! Também sai por aí com as amigas, os amigos. Agora, sabe que seu coração e cabeça estão com ele. E insiste porque acha que ele sente o mesmo.
Afinal, se conheceram há mais dois anos num site de relacionamento, ficaram juntos por um ano e meio e aí romperam porque ela cansou do jeito ciumento dele. Só que Annelise não conseguiu ficar distante mais do que dois meses do namorado. Deixou o orgulho de lado e foi atrás.
A princípio ele também disse que queria voltar, e rápido. Ficaram juntos mais um meses, agarrados. Até que ele ficou estranho, esfriou. Annelise não se conformou, mas também não ficou encostando o moço na parede para saber o que estava acontecendo. Resolveu deixar ele alçar seus voos, descobrir o que queria realmente.
Deu asas para a liberdade dele e a sua, de certa forma. Afinal, sabia que não merecia sofrer tanto naquele momento. Algo lhe dizia que ele voltaria.
Mas o processo parece lento e custoso. O rapaz ciumento se transformou num moço difícil. O que Annelise sente é que há ali um jogo. E ela resolveu jogar à sua maneira. “Certas pessoas acham que um relacionamento é puro jogo”, me confidenciou um dia. “Acho que é um pouco mesmo… mas não só isso. E jogo demais também enjoa, cansa”, completou.
Concordo com Annelise… ela também já estava meio cansada de receber recadinhos dele via os amigos, mensagens cifradas no celular, em redes sociais. Joguinho mesmo, e meio bobo.
Mas o fato é que gostava daquele cara e queria insistir mais um pouco. Agora, como fazer isso sem parecer a tonta da relação, não é mesmo? E por que sempre temos este pavor? Especialmente nós, mulheres… Annelise precisa de ajuda, acho eu, de trocar ideias e experiências.
Se alguém tiver algo a acrescentar a moça, que possa ajudá-la, por favor, compartilhe.
Equação divertida e louca sobre mulheres más e perigosas
Eu suponho que o homem que se lembrou desta equação ainda não encontrou a par perfeito dele… ou será que ele é o tipo de homem que tenta encontrar uma equação matemática para tudo? Seja qual for a razão, esta equação matemática é tão engraçada que você somente pode encarar este tipo de insulto com um sorriso na cara! J
Ao em vez de interpretar como uma ofensa, nós mulheres aceitamos que nem sempre somos fáceis de lidar e, em nome de todas as mulheres, eu acho que devo confessar que por vezes as mulheres = problemas. Mas, o mesmo se poderia dizer dos homens, não é verdade?
O que me confunde é a equação mulher = dinheiro! Está provado que na Europa a tendência é para que casais dividam as contas meio a meio e cada um paga sua parte. Será que a crise econômica teve impacto nos relacionamentos? De qualquer modo, a primeira premissa da equação se baseia em um erro fundamental. Read more
Starflower









